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Old April 21st, 2020 #1
Weschenfelder
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Weschenfelder
Default M.R.A. Gallaecia

Movimento da Resistência Ariana (Gallaecia)




Movimento da Resistência Ariana


Tem-se comprovado como umha evidência irrefutável ao longo da nossa história que Gallaecia constitui umha realidade nacional com umha clara personalidade própria que a faze única e perfeitamente distinguível do resto de naçons do mundo e particularmente do autodenominado estado espanhol. Esta entidade imperialista e jacobino-liberal do estado espanhol mantém hoje ao nosso país baixo um regime que já dura mais de 500 anos. A queda da Frouxeira e a conseguinte execuçom do libertador galaico Pero Pardo de Cela, que em esta fortaleça natural resistia às forças de invasom Castelhanas, marcam o princípio do deambular do nosso povo polo lado escuro da história, que nom é mais que o dos perdedores.

Passados mais de 300 anos desde a conquista militar da Gallaecia por parte das tropas de Castilla às ordes dos Reis Católicos começavamos a vislumbrar o ressurgir da consciência nacional do nosso país que até daquela vivera submetido a um tipo de escravitude que nem as colónias hispánicas de América tinham padecido. Em tudo caso, estes primeiros síntomas do espertar galaico forom aplacados sem piedade polo projecto homogeinizador espanhol (castelhano) do XIX, boa conta de isto deixa-nos o recordo dos Mártires de Carral. Apesares da repressom, a semente ficava enterrada em boa terra,a de umha Gallaecia desejosa de sair de essa longa nuite de pedra que vinha de viver. Assim, na segunda parte do XIX aparecem os precursores, os provincialistas, os regionalistas, os agraristas..., tudo um compendio de sensibilidades e organizaçons mais ou menos estáveis que acabariam confluindo na segunda década do século XX no mais organizado e forte movimento em defesa da nossa dignidade, assim como na reclamaçom e exigência dos nossos direitos nacionais como grupo étnico diferenciado pola raça, a geografia, a língua, a cultura..., em resumo, por umha cosmovisom do mundo que nos reclama ser restituidos no ámbito de civilizaçom ao que naturalmente pertencemos, o atlántico céltico-nórdico. Este movimento que morre no 1936 é que nós conhecemos como Nacionalismo Galego Histórico.

1936 marca um ponto na nossa história, produz-se um aceleraçom brutal do processo colonizador, que a dia de hoje ameaça a nossa sobrevivência mais alá de 50 anos, todo isso devido a universalizaçom da ensinança (em castelhano e marcada a sangue e fogo polo nasionalismo espanhol), a apariçom dos meios de comunicaçom de massas (maioritariamente, por nom dizer totalmente, na língua do invasor), e por último, a perda de povoaçom do nosso agro em favor da urbe, que com certeza atendendo à sua própria natureza de ente ao serviço da explotaçom capitalista das gentes nom utiliza umha língua minorada e isolada porque simplesmente nom lhe é rentável.

A resposta a esta ruinosa e agonizante situaçom parece ter partido nos últimos três decénios de organizaçons marxistas cuja presunta nacionalizaçom é mais bem umha ilusom que umha realidade. Este tipo de suposto nacionalismo comummente conhecido como de esquerdas rompe com o que foi o Nacionalismo Histórico ou qualquer manifestaçom nacional anterior na Gallaecia. É algo novo, umha válvula de escape do judaismo laico do rabino Karl Marx que busca nos nacionalistas umha nova "classe" à que parasitar e utilizar no seu único e talmúdico objectivo de reduzir ao homem gentil à esfera do material, privando-o do seu ser espiritual. Internacionalismo marxista materialista e nacionalismo som incompatíveis a todas luzes. A esquerda reduz o conceito de naçom a pouco mais que um mero feito lingüístico, sendo isto umha aberraçom e manipulaçom sem precedentes do feito nacional. A naçom nom é mais que a toma de consciência de um grupo étnico ou étnia da sua realidade diferenciada, em um território particular, do resto de grupos humanos, entendendo por étnia o agrupamento humano jungido por umha mesma raça biológica, umha mesma língua e produçom cultural, ademais de umha particular forma de entender e sentir a sua existência tanto física como espiritual, o que nós chamamos cosmovisom. Esta forma que nós temos de definir (ou mais que definir, simplesmente viver) o nacionalismo sim entronca com o que antes chamávamos Nacionalismo Histórico.

Quem somos?

Somos um grupo de Nacionalistas Galaicos conscientes da realidade histórica e actual do nosso país, a qual bosquejamos na introduçom precedente.

Que pretendemos?

Redimir ao nosso povo, à nossa naçom, à nossa pátria do jugo do estado espanhol e da usura internacional, motor e combustível do liberal-capitalismo. Entendemos que o actual processo de globalizaçom e encaminhamento cara o estado único mundial é a culminaçom de um longo devir histórico que começa tam longe de nós no tempo como no Império Romano. Os actuais estados modernos, artificiais de forma induvitável, e que sem excepçom praticarom a homogeneizaçom entre as diferentes naçons que os conformam, som um passo mais do genocídio étnico que deve levar a consecuçom de "um mundo feliz" formado por seres grises e nom diferenciáveis, onde a diferência será delito. As inumeráveis evidências amostram-nos como o liberal-capitalismo conduz-nos ao pretendido "paraiso" na terra marxista. Portanto, estamos ante o mesmo veleno com distinto sabor. Ambos compartem o mesmo objetivo, o dito "paraiso terrenal", a mesma motivaçom e concepçom ideológica da história, a materialista e lineal (coincidindo por certo com o judaísmo e a sua seita cristà), e os mesmos meios, o terror indiscriminado contra as gentes e os povos.

Em resumo, umha Gallaecia soberana e livre para eleger o seu futuro.

Como o vamos fazer?

Europa e o nacionalismo socialista ou Nacional-Socialismo como única soluçom. Europa como comunidade superior de naçons com laços de sangue, de realizaçons histórico-culturais, é aços comuns. Europa deve ser a expressom que de cabida e permita a todos os povos irmãos que a constituem, o poder alcançar o seu mais alto grao de desenrolo nacional, sem que o pertencer a um ente superior suponha a mais mínima interferência no viver nacional das distintas pátrias carnais, que só incumbe aos nacionais de cada umha delas. Portanto. Europa entendida como confederaçom de povos livres.

O nacionalismo socialista como marco político-cultural-espiritual desde o qual levar a termo a Europa Confederada dos Povos Livres. Quando respostavamos à questom de quem somos, a nossa resposta foi clara, Nacionalistas, e isto, porque para nós nom há mais que um tipo de nacionalismo, o intuitivo, o natural, aquele que nos leva de forma instintiva a lutar pola sobrevivência da nossa naçom e o seu engrandecimento atravesso da realizaçom de todas as suas potencialidades materias e espirituais. Um nacionalismo que engloba tudo, totalitário como a própria natureza. E dentro de esse tudo, topa-se o socialismo, nom um socialismo nascido da "razom", nem da "intelectualizaçom" do processo científico que nega a transcendência do homem (o qual leva a construir modelos da realidade equívocos, como se tem bem demostrado), senom da intuiçom instintiva dos grupos humanos em comunhom com o meio natural no qual vivem.

Ninguém seriamente pode suster que o socialismo surde no século XIX, polo menos tal como nós o entendemos, ou é que acaso a sociedade castreja da Gallaecia nom seguia um modelo socialista e comunitário? Como assim se vinham constituindo as diversas sociedades originárias do chamado mundo indo-europeu ou ariano. A socialista é a forma de organizaçom própria das sociedades indo-europeias que conseguem manter-se puras na simbiose com o mundo natural que lhe da sustento. As trebas celtas, romanas e germánicas, que som as que constituem a nossa base racial, mentres mantivérom umha relaçom de natural integraçom e intercámbio com o meio ambiente, onde o homem nom era mais que outra parte do mesmo, a organizaçom político-económica foi socialista. Isto perde-se quando o homem desequilibra a sua relaçom com o meio natural, é dizer quando se urbaniza. Portanto, para nós, a volta ao socialismo nom se topa nas mastodónticas cavilaçons que no século XIX forom tiradas do judaismo e da sua visom lineal da existência, senom que se encontram em nós mesmos, na nossa memória dos antergos, na memória do sangue. Por isso, o que propomos, é um "voltar" atrás, um iniciar um novo ciclo, nom necessariamente na técnica, senom no espírito e na reintegraçom harmoniosa do homem na natureza que nos leve a restituir o que naturalmente vive em nós, o socialismo dos nossos avós.

Em resumo, fronte ao nacionalismo burguês, ou o que é o mesmo, urbano, tanto seja marxista como liberal-capitalista, nós opomos o Nacionalismo Socialista e fronte ao socialismo internacional tanto seja na sua vertente de ditadura do proletariado como na ditadura da usura nós opomos o Socialismo Nacional .

Para Finalizar

Ninguém nos pode acusar de nom ser claros, nesta introduçom ao nosso pensamento simplesmente fixemos um bosquejo do mesmo, que pouco a pouco irá sendo ampliado a perfilado, mas sem dúvida algumha com este texto já fica perfilado qual será o nosso devir. O amor ao nosso sangue, à nossa terra, à Gallaecia e Europa como um todo, como tradiçom viva nascida da vital conjunçom do sangue que rega a terra da qual brota o homem, e a naçom toda. O amor à libertaçom e o único submetimento à força que vem de riba fará que cheguemos a ser os super-homens do universo nietzscheano.

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Old April 21st, 2020 #2
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Old April 21st, 2020 #3
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Old May 17th, 2020 #4
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Obs: O texto está em galego.
 
Old May 25th, 2020 #5
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